" Invés de desejar tudo, agradeça tudo o que conquistou. "
"A imagem do Policial de Preto Denota severidade,opressão, Causa Impacto e Demonstra Força".
Jamelle Aires '
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quarta-feira, 1 de junho de 2011
TASER- a arma não letal
A Taser é uma arma de eletrochoque que usa corrente elétrica para interromper o controle voluntário dos músculos. Seu fabricante, Taser International, chama de efeito "incapacitação neuromuscular" [1], o mecanismo de dispositivos "Electro-MuscularPerturbação (EMD) tecnologia. " Alguém [2], atingido por uma Taser experiências de estimulação de seus nervos sensoriais e motores nervos, resultando em fortescontrações musculares involuntárias. Tasers não dependem apenas da observânciador, exceto quando usado em modo Drive Stun, e são, portanto, preferida por algunsde aplicação da lei sobre armas não-Taser stun e outras armas de controle eletrônico.[3] [4] [5] No presente momento , Existem dois modelos de polícia principais, a M26 eX26. Ambos vêm com vários acessórios, incluindo uma mira laser e opcionaismontados câmera de vídeo digital que pode gravar em situações de pouca luz. TaserInternational é também a comercialização de um modelo civil chamado C2. Em 27 dejulho de 2009, introduziu o X3 Taser, capaz de disparar três vezes sem recarregar. [6][7]
Tasers foram introduzidos como armas não-letais para ser usado pela polícia para subjugar fugindo, beligerante ou potencialmente perigosos sujeitos, muitas vezes, quando o que eles consideram ser uma arma mais letal (como uma arma de fogo) de outra forma teria sido utilizado. O uso das armas Taser tornou-se controversaseguintes casos de uso de Taser, que resultaram em ferimentos graves e morte, [8] [9] e, enquanto eles são muito menos letal do que muitas outras armas, as Nações Unidasexpressou preocupação que o uso das armas Taser pode equivalem a tortura, ea Anistia Internacional relata casos em que eles acreditam que seu uso equivale a "tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes, que é absolutamente proibida pelo direito internacional" [10].
Tasers foram introduzidos como armas não-letais para ser usado pela polícia para subjugar fugindo, beligerante ou potencialmente perigosos sujeitos, muitas vezes, quando o que eles consideram ser uma arma mais letal (como uma arma de fogo) de outra forma teria sido utilizado. O uso das armas Taser tornou-se controversaseguintes casos de uso de Taser, que resultaram em ferimentos graves e morte, [8] [9] e, enquanto eles são muito menos letal do que muitas outras armas, as Nações Unidasexpressou preocupação que o uso das armas Taser pode equivalem a tortura, ea Anistia Internacional relata casos em que eles acreditam que seu uso equivale a "tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes, que é absolutamente proibida pelo direito internacional" [10].
Nova Gata do Mês- Junho, até dia 30 ! Saandy Gomes
Nome- Sandy Gomes
Signo- Leão
Idade- 17 Anos
Cidade- Tarauacá- Ac
Msn- sandygomes17@hotmail.com
Veja mais Fotos Abaixo !BOPE PELO BRASIL TODOO-
O Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar do Paraná (Bope) fez nesta sexta-feira (27), um dos exercícios práticos do Estágio de Procedimentos Policiais de Natureza Especial. A simulação é baseada em uma situação real, na casa de pneus da Academia Policial Militar do Guatupê. A formatura do curso foi nesta sexta-feira, às 16 horas, na própria academia.
A instrução faz parte do treinamento de uma semana oferecido a uma turma de 31 alunos. Outras quatro turmas já fizeram a capacitação nas últimas semanas. Iniciados com uma parte teórica, muitos exercícios são feitos como defesa pessoal, táticas para confrontos armados, técnicas de abordagens, emboscada de veículos, entre outros.
O curso padroniza as ações táticas feitas pelos PMs pertencentes ao batalhão e daqueles que passaram a integrar o Bope há pouco tempo. As instruções foram para cinco turmas, compostas por 30 policiais cada. “O estágio aperfeiçoa a ação dos policiais do Bope, ficando eles capacitados a altura do que a sociedade paranaense espera dos policiais que usam esta farda”, disse o comandante do Bope, tenente-coronel Nerino Mariano de Brito.
Para ele, o curso mantém a qualidade nos atendimentos a ocorrências de natureza especial feitas pelo batalhão. “Os policiais receberam as informações e passaram por essas instruções. A intenção de reavivar o que eles aprenderam visa a permanência no grau de excelência no serviço que são prestados”, disse Brito.
Participaram do curso policiais militares que já integram a Rone, além de recrutas que ingressaram na unidade recentemente após concluírem a Escola de Formação de Soldados. As aulas, práticas e teóricas, foram ministradas por policiais pertencentes ao Bope e instrutores da Academia Policial Militar do Guatupê.
O instrutor dos exercícios destas quinta e sexta-feiras (26 e 27) foi o capitão Anderson Puglia, comandante do Comandos e Operações Especiais (COE), uma das companhias do Bope. Segundo ele, o aperfeiçoamento garante melhor condiççao de trabalho aos policiais e eficiência nas ações feitas por eles. “Ao policial militar isso representa segurança no exercício de sua atividade e proteção à população que necessita do bom trabalho do profissional de segurança pública”.
“O serviço policial por si só é perigoso. A Rone, que trabalha com recobrimento de área e apoio as unidades operacionais, justamente nas ocorrências mais graves, corre mais riscos. As técnicas e táticas que foram repassadas não eximem o policial dos riscos, mas minimizam, inclusive em relação aos cidadãos”, afirma Puglia.
Para os treinamentos, bem como em uma situação real, os policiais usam equipamentos de proteção individual. Numa situação em que o policial está bem preparado, evita-se até mesmo o uso da arma de fogo, que será usada somente em último caso.
O capitão Puglia lembrou que a criação do Bope visa grandes eventos públicos. A idéia do Comando-Geral é chegar à Copa de 2014 com o efetivo previsto completo para o Bope, que é de 600 homens. A antiga Companhia de Choque tinha 250 policiais em média. Da última escola de formação, ingressaram 100 policiais militares recentemente.
O oficial da Rone que participou do curso nesta semana foi o tenente Carlos Peres. Para ele, o curso acrescentou novas técnicas e novidades no currículo do policial que participou. “O trabalho policial é dinâmico e não pode cair na rotina. Temos que evoluir de acordo com as leis e conforme a sociedade evolui. Isso é bom para relembrarmos alguns conceitos, aprender novas técnicas e corrigir detalhes que a gente pode ter que melhorar”, afirmou o tenente.
APROVAÇÃO – Um dos participantes da turma desta semana é o soldado Marcelo de Carli, que destacou a importância do aprimoramento dos conhecimentos. “No dia a dia precisamos de aprimoramento e as técnicas passadas pelo capitão Puglia fazem parte da melhoria para nosso desempenho na rua”, disse. Ele lembrou que em uma situação real é preciso muita calma para não cometer erros, e não prejudicar nenhum companheiro de serviço.
O soldado Ricardo Chiarello Marchesi também falou da satisfação de participar do curso. “Fica um sentimento de dever cumprido, e uma bagagem de muito mais tática e técnica. Podemos ter a certeza de confiar na nossa equipe e de fazer nosso trabalho bem feito e com mais dedicação”.
Bope faz exercícios práticos durante Estágio de Procedimentos Policiais*
Acusado na morte de ex-companheira é preso pela Força Nacional
Agentes da Força Nacional prenderam nesta segunda-feira, 30, Laerson Benedito de Gouveia, de 44 anos. Ele estava foragido desde que matou a ex-companheira Zenaide dos Santos Genesio, de 52 anos, em janeiro deste ano.
Os dois viviam juntos e romperam o relacionamento em 2006, mas, segundo testemunhas, Laerson nunca teria se conformado com a separação. O inquérito que apurava o caso estava parado por falta de indicação de autoria e foi retomado pela Polícia Judiciária da Força Nacional.
De acordo com provas e depoimentos obtidos pelos policiais, o criminoso teria premeditado todos os passos do homicídio. Quinze dias antes de matar a ex-companheira, ele comprou um revólver calibre .38 numa feira da capital alagoana e guardou em casa, enquanto planejava os detalhes da execução. No dia dos fatos, ele pegou um táxi, parou nas proximidades da casa onde a vítima morava com o atual companheiro e pediu para que o motorista o aguardasse. Ao aparecer na janela, Zenaide foi atingida por dois disparos.
Em depoimento na sede Força Nacional, Raelson confessou o assassinato e justificou que vinha sofrendo ameaças da vítima e de seu atual companheiro. Ele contou aos policiais que logo depois de ter cometido o homicídio, fugiu para São Paulo e só retornou a Maceió, pois acreditava que o crime já tinha caído no esquecimento.
De acordo com o delegado da Força Nacional, Laurito Akira Sato, responsável pelo caso, o taxista que transportou Laerson no dia do crime ainda não foi localizado. Ele é testemunha importante para que o inquérito seja concluído.
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