Uma coisa é certa: Sou frio e iguinorante, mas tenho os meus sentimentos ! (Vânia,M.)
"A imagem do Policial de Preto Denota severidade,opressão, Causa Impacto e Demonstra Força".
Jamelle Aires '
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segunda-feira, 27 de junho de 2011
Granada de Mão !
Granada de mão (do francês grenade; do latim granatum, "romã"/ granum, "grão") é um artefato bélico com uma câmara interna que leva uma carga de arrebentamento, o qual em geral se lança a pequena distância com as mãos ou com o auxílio de uma arma de fogo (fuzil).
A Granada surgiu na China Medieval, durante o século IX, era feita de cebola seca, e enchida com pólvora, usava-se para destruir muros, forticações etc.
Antigamente era um projetil com a forma de romã, que se enchia de pólvora, à qual se lançava fogo. Era uma arma explosiva utilizada por tropas especiais (os granadeiros) do século XVII até o século XIX. As granadas modernas datam do início da Primeira Guerra Mundial.
O coquetel molotov, feito com garrafas de vidro cheias de parafina e combustível, pode ser considerado também um tipo de granada.Granadas de mão funcionam de maneira mais ou menos uniforme, sejam elas de explosão, de fragmentação, de fumaça, de impacto, incendiárias, lacrimogêneas, de gás ou com capacidade de iluminar. Um pino ou cavilha de segurança é retirado da granada antes que ela seja lançada, acionando um dispositivo que dispara uma espoleta. A espoleta incendeia-se, detonando a carga explosiva, e a granada explode, rompendo o invólucro. As granadas disparadas por fuzis utilizam a energia propulsora dos projéteis. Conforme o tipo, são usadas contra pessoas ou veículos de transporte blindados, para incendiar ou como meio de identificação, sinalização ou iluminação.
Veja Uma Granada Por Dentro !
No Rio, Bope retira barricadas feitas por traficantes
Policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope) continuam hoje a ocupar o Morro da Pedreira, em Costa Barros, na zona norte do Rio de Janeiro. As equipes atuam no combate ao tráfico de drogas, além de ter como objetivo retirar as barricadas montadas por traficantes nos acessos à comunidade. Os policiais contam com o apoio de veículos blindados e uma retroescavadeira.
A polícia ocupa a região desde ontem, após o assassinato do soldado Marcos Vinícius Saldanha, de 30 anos, que trabalhava no 19º Batalhão (Copacabana). Ele não estava fardado e voltava para casa quando a gasolina do carro acabou. O soldado teria ido de mototáxi a um posto de gasolina, mas foi surpreendido por traficantes do morro que teriam percebido a arma do policial. Ele foi levado pelos criminosos para dentro da favela e morto a tiros.
Ontem, seis supostos traficantes morreram durante confrontos com policiais. As vítimas chegaram a ser encaminhadas ao Hospital Estadual Carlos Chagas, também na zona norte, mas não sobreviveram. Na operação, foram apreendidos um fuzil calibre 7.62 mm, cinco pistolas 9 mm e uma de calibre .45, além de drogas. Vinte e uma motos sem documentos foram apreendidas.
Jaamelle Aires
Após baderna, menor é apreendido com droga em ônibus
Um adolescente de 17 anos foi apreendido na noite deste domingo, dia 26, após ser acusado de tráfico de entorpecentes. De acordo com o Centro Integrado de Operações da Defesa Social (Ciods), o menor estava com um grupo, fazendo baderna de um coletivo da empresa São Francisco, que fazia a linha Ufal/Ponta Verde.
A polícia teria sido alertada pelo motorista do coletivo, que deu sinal de luz. Durante a abordagem, a polícia teria encontrado com o adolescente 56 gramas de crack, 16 gramas de maconha prensada e R$ 29 em espécie. O jovem foi apreendido e encaminhado para a Central de Polícia, no Sobral, onde foi lavrado um Boletim de Ocorrência por ato infracional.
Bope reforça número de policiais em morro carioca
Rio de Janeiro - Policiais do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) reforçaram neste domingo, 26, o efetivo da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) no Morro da Coroa, no Catumbi, na zona norte do Rio, depois que pela primeira vez um policial foi gravemente ferido em confronto com traficantes em uma favela pacificada, na noite de sexta-feira, 24.
Além da perna direita amputada, o soldado Alexsander de Oliveira sofreu fraturas expostas no pé e no braço esquerdo ao ser atingido pela explosão de uma granada. Ele permanece internado no Hospital Central da PM. Dois outros policiais também ficaram feridos pelo explosivo e um deles foi submetido na manhã deste domingo, 26, a uma cirurgia para a retirada de estilhaços do pescoço. Acusado de participar do confronto, um adolescente de 17 anos foi apreendido ontem em hospital onde deu entrada baleado.
O porta-voz da Polícia Militar, coronel Ibis Pereira, afirmou que não há qualquer relação entre o confronto e as ameaças de ataques dos traficantes do Comando Vermelho, que fizeram a PM entrar em estado de atenção na sexta-feira. Eles ameaçaram atacar policiais militares e civis em represália pela morte de oito comparsas pelo Bope no Morro do Engenho (zona norte). "Não há qualquer relação. A ameaça era para ter se concretizado na madrugada de sábado e o ocorrido no Morro da Coroa foi à noite. Foi algo isolado e não houve a conotação de um ataque contra a UPP", afirmou o coronel.
De acordo com a PM, os três policiais foram averiguar uma denúncia sobre a presença de suspeitos nas proximidades do Túnel Santa Bárbara, que fica embaixo do Morro da Coroa e liga a zona norte à zona sul da cidade. Quando avistaram os PMS, dois homens e um adolescente se refugiaram dentro de uma casa em um beco. Para escapar, eles jogaram uma granada contra os policiais e fugiram. O menor foi identificado porque na fuga deixou cair uma pistola e a carteira com documentos. Ele foi apreendido ferido por um tiro no Hospital Souza Aguiar, no Centro do Rio.
De acordo com o coronel Robson Rodrigues, comandante das UPPs, a granada é utilizada como arma pelos criminosos que insistem em permanecer em favelas pacificadas. "Já que não podem ostentar armas. Eles usam a granada, que cabe no bolso e pode ser utilizada como instrumento de fuga", afirmou o coronel.
Neste domingo, a situação no Morro da Coroa permanece tensa. A equipe do Estado foi questionada por um policial que estava no acesso à favela se realmente subiria o morro, pois o local, segundo ele, não era seguro. Segundo o comandante das UPPs, a sede da unidade fica no Morro da Fallet, vizinho ao Morro da Coroa, que é patrulhado pelos soldados da UPP em rondas policiais.
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