Jamelle Aires '

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segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Nem tudo na vida sai como a gente planeja. E muito menos dura pra sempre! - Jamelle Aires ! CAVEIRA (YY'

                                        O sonho nos dá o que a realidade nos nega. 

BOPE 2011 - Máquina de Guerra

Foragido se entrega ao Bope na Rocinha, no RJ







Um foragido da Justiça se entregou aos policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope) no início da tarde de hoje, na localidade da Cachopa, na comunidade da Rocinha, zona sul do Rio de Janeiro. Aroldo dos Santos, de 31 anos, estava foragido há 13 dias da Unidade Prisional Ismael Pereira Sirieiro, em Niterói, onde cumpria pena em regime semiaberto por associação para o tráfico. Ele chegou a cumprir pena por dois anos e nove meses.





O sexto preso na Operação Choque de Paz, realizada desde ontem nas comunidades da Rocinha, Vidigal e Chácara do Céu, foi convencido a se entregar pela própria mãe. Cerca de 16 mil munições de diversos calibres foram apreendidas na operação. Além disso, foram encontrados 20 pistolas, 15 fuzis, 1 submetralhadora, 20 rojões, 12 granadas, 61 bombas artesanais, 120 quilos de maconha, 60 quilos de pasta base de cocaína, 135 quilos de cocaína, 135 pedras de crack e 38 comprimidos de ecstasy.

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Bope já apreendeu 29 fuzis hoje na Rocinha







Já chegam a 29 o número de fuzis apreendidos hoje pelo Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar do Rio na Rocinha, zona sul da capital fluminense. O total de armas apreendidas desde o início da ocupação do complexo da Rocinha, Vidigal e Chácara do Céu, na madrugada de domingo, até agora é de 71 fuzis e 32 pistolas.





Também foram apreendidas 20 mil munições de diversos calibres, mas esse número aumentará ainda hoje após a contagem do material apreendido mais cedo numa casa próxima à Rua 2. No local, traficantes haviam abandonado munição para pistola e fuzil e grande quantidade de fogos de artifícios, que eram usados para alertar bandidos sobre a chegada da polícia. Também foram encontrados coletes à prova de balas de uso exclusivo das Forças Armadas.



Essa cena não se repetirá mais com a ocupação definitiva das comunidades pela polícia, que vai instalar na comunidade a 19º Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Rio. Essa foi a promessa reforçada hoje pelo secretário de Segurança Pública do Rio, José Mariano Beltrame, que visitou o Morro do Vidigal pela manhã na companhia da chefe de Polícia Civil, delegada Martha Rocha.



O secretário frisou a importância de "incluir esses lugares à cidade do Rio". Segundo oficiais do Bope, nenhuma comunidade ocupada por UPPs anteriormente colaborou tanto com a polícia quanto na Rocinha nesses primeiros momentos da ocupação. As informações têm sido passadas por moradores por meio de bilhetes, telefonemas e também oralmente. "Para a comunidade é diferente. As denúncias são resultado da nossa credibilidade", disse o comandante do Bope, coronel René Alonso.



Moradores e comerciantes contaram que a noite de ontem na Rocinha foi bem menos movimentada do que costumam ser na véspera de feriados. "Normalmente eu iria sair para um bar ou pizzaria, mas dá medo de colocar a cara na rua. Não sabemos ainda como vai ser", disse o mototaxista José Ronaldo de Araújo, de 35 anos.



O coronel René afirmou que não há toque de recolher na favela, mas ressaltou que a partir de agora todos terão de conviver com regras sociais que vigoram em bairros não favelizados da cidade. Um exemplo é a obrigação de respeitar o horário da lei do silêncio. Outro é a proibição de mototaxistas sem equipamentos de segurança, habilitação e documentos dos veículos.

Bope anuncia código de conduta para a Rocinha










Em um encontro que reuniu mais de 600 moradores da Rocinha, o comandante do Batalhão de Operações Especiais (Bope), coronel René Alonso, divulgou um novo "código de conduta" para a comunidade. E foi aplaudido ao pedir que todos cantassem o Hino Nacional; ao informar que a comunidade não estava sob toque de recolher e os bailes funks não estavam proibidos; e ao dizer que o barulho teria de ser moderado depois das 22h.




"Eventos precisam de organização e autorizações concedidas por órgãos públicos", explicou o comandante. "Também precisamos entender que por melhor que esteja a nossa festa, muitos dos nossos vizinhos precisam acordar às 6h", alertou.




O coronel René também destacou procedimentos para os próximos três meses e pediu colaboração. Ele disse entender que as revistas pessoais e domiciliares incomodam, mas garantiu que a prática visa à segurança da comunidade. Após a ocupação dos Morros da Rocinha, do Vidigal e da Chácara do Céu, no sábado, os policiais têm como objetivo a localização de armas e drogas e a prisão de traficantes e demais bandidos escondidos.




Segundo René, a ocupação da Rocinha é um exemplo para o mundo inteiro e, a partir de agora, a comunidade poderá conhecer integralmente os valores dos direitos humanos e da democracia. "É inconcebível que estivéssemos morrendo e matando como estava acontecendo. Que país é esse em que achamos isso normal?", questionou o comandante do Bope. "Mas a oportunidade está nos sendo dada. Aquilo que parecia não ter solução, começa a ter", concluiu.




Motos. O anúncio de que a tropa de elite da PM proibiria a circulação de motos e outros veículos que não estivessem de acordo com a legislação provocou reação imediata. Parte do público era de mototaxistas. Preocupados com a fiscalização, muitos saíram após o discurso para debater as mudanças e pedir informações a outros oficiais.

Operação apreende 256 camisas da PM e Bope no Rio






Foram apreendidas nesta hoje 256 camisas com símbolos e inscrições do Batalhão de Operações Especiais (Bope), Forças Especiais e da própria Polícia Militar em Realengo, na zona oeste do Rio de Janeiro.




Policiais da 33ª DP (Realengo) encontraram as camisas com um motociclista abordado na Rua Bernardo Vasconcelos. O homem foi conduzido à unidade policial, onde prestou depoimento e foi liberado em seguida.



Uma investigação foi iniciada para descobrir se o material foi produzido por algum estabelecimento irregular. Caso seja confirmada a fabricação clandestina, os responsáveis responderão por falsificação do selo ou sinal público, que prevê pena de até seis anos de reclusão.